As cores e os sabores de Embu das Artes

As cores e os sabores de Embu das Artes

Oficialmente das Artes, desde 2011, o município de Itapecerica da Serra e a apenas 30 km do centro de São Paulo, já era chamado de Embu das Artes há muitos anos. E, não foi ao acaso que surgiu o apelido! No fim da década de 60, alguns artistas se reuniram no largo da Igreja Nossa Senhora do Rosário para vender suas obras e fundaram a feira de Embu das Artes que, com o tempo foi atraindo cada vez mais artesãos, pintores, escultores, músicos e poetas.

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Índios e jesuítas, os primeiros artistas de Embu

centro-historico-Embu-das-Artes-zarpo-magazineFoto retirada do Portal de Turismo Cidade de Embu das Artes

O boom artístico na região aconteceu em 1969, mas a vocação para as artes de Embu é ainda mais antiga, com início lá pelo século 18. Entre 1555 e 1559 os jesuítas fundaram a aldeia indígena do M’boy, construíram a Igreja de Nossa do Rosário ao estilo barroco paulista, catequizaram os índios guaranis e com eles esculpiram em madeiras imagens de anjos, santos e personagens bíblicos.

Em frente à igrejinha que ainda está lá junto do acervo e do Museu de Arte Sacra, no chamado Largo dos Jesuítas, artistas e artesãos se concentram com todo tipo de artesanato, pintura e expressões artísticas. Nas ruazinhas ao redor ateliês, antiquários, museus, bares e restaurantes completam o circuito turístico de Embu das Artes.

Feira, antiquários e ateliês de Embu das Artes

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A feirinha, que não tem nada de diminutivo, se espalha pelas ruas de pedras do Centro Histórico de Embu das Artes com mais de 500 expositores. Os produtos vendidos são muito variados, o turista encontra desde artigos decorativos, bijuterias, roupas, utensílios domésticos, esculturas em argila, porcelanas, tricôs, crochês, cerâmicas, quadros, bolsas, calçados, instrumentos musicais, até comidas doces e salgadas, como o famoso acarajé da dona Laura. A feirinha funciona todos os sábados, domingos e feriados das 9h às 18h.

Além das barracas ao longo da feira, as casinhas ao redor abrigam lojas, antiquários e ateliês. É possível garimpar móveis rústicos em madeira e diversos tipos de objetos de decoração. Uma tentação para quem gosta de encher a casa de estilo.

Para comer e beber bem em Embu

Empório São Pedro, em Embu das ArtesFoto: Empório São Pedro/divulgação

Também não faltam restaurantes e bares em Embu das Artes. Depois de dar boas pernadas pela feira e entrar e sair das muitas lojinhas, o que pode ser melhor que relaxar em um ambiente aprazível, saboreando uma culinária de primeira. Um bom lugar, que supre essas expectativas, é o Empório São Pedro. Situado na charmosa Viela das Lavadeiras, o restaurante e também antiquário é decorado com peças antigas que podem ser levadas junto com a boa experiência gastronômica.

O sofisticado cardápio, comandado pelo chef Guilherme Manoel, tem inspiração francesa e um toque contemporâneo. A impecável apresentação dos pratos já leva o comensal a “comer com os olhos”, antes da primeira garfada. Aos sábados e domingos, dias de grande movimento em Embu das Artes, o restaurante embala os almoços com boa música ao vivo.

Bar e Restaurante Buenos Aires, em Embu das ArtesFoto: Bar e Restaurante Buenos Aires/divulgação

Outro endereço gastronômico que merece uma visita em Embu das Artes é o Bar e Restaurante Buenos Aires, situado em um casarão colonial. Os chefes hermanos, Hugo Ibarzabal e Laurane Cerullo, vieram da Argentina e da vizinha trouxeram as deliciosas empanadas, bife de chorizo e bife ancho.

Embu além das artes

Cidade das Abelhas, Embu das ArtesFoto: Ana Paula Hirama/Flickr

Embu das Artes ainda reserva outras atrações aos seus visitantes. Depois do almoço, um passeio em um parque não seria nada mal. Siga para o Parque do Lago Francisco Rizzo e aprecia a natureza local. Outro passeio legal é descobrir um pouco sobre a vida das abelhas na Cidade das Abelhas. Para um passeio mais cultural, vá ao o Museu do Índio e entenda sobre os costumes, a arte, os rituais e outros hábitos indígenas.

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