Trilhando a Serra dos Órgãos

Trilhando a Serra dos Órgãos

Com o inverno chegando, os destinos de praia saem de moda, e é hora de curtir os encantos da região serrana do país. No Rio de Janeiro, na exuberante Serra dos Órgãos, há a opção de espantar o frio apenas grudando na pessoa amada e curtindo o calor do amor e da lareira de uma pousada, mas também dá para esquentar a temperatura com muita aventura em meio às muitas trilhas com cenários de cachoeiras, piscinas naturais, picos e montanhas do Parque Nacional da Serra dos Órgãos.

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O Parque Nacional da Serra dos Órgãos

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Em 30 de novembro de 1939, o PARNASO, Parque Nacional da Serra dos Órgãos, foi criado com o objetivo de proteger a Mata Atlântica remanescente, presente na região serrana do estado do Rio de Janeiro. Além da preservação do pouco que resta da nossa floresta ameaçada, o parque serve de abrigo para mais de 2.800 espécies de plantas, 462 de aves, 105 de mamífero e 120 espécies de animais ameaçados de extinção.

O Parque Nacional da Serra dos Órgãos tem sede em Petrópolis, Teresópolis e Guapimirim, e parte de seu território também abrange o município de Magé. Mais que um refúgio, o terceiro parque mais antigo do país, é um oásis para os amantes de natureza e um complexo de diversão para quem gosta de aventura. Em 20 mil hectares de Mata Atlântica preservada, mais de 200 quilômetros de trilhas com diferentes níveis de dificuldade formam a maior rede de trilhas de todo o Brasil.

Explorando a Sede Teresópolis

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De fácil acesso, a sede de Teresópolis está situada na área urbana, sendo uma das atrações para quem se hospeda na cidade. Nela o visitante encontra piscina natural e poços de rio, áreas para piquenique e para camping, lojas de lembranças, lanchonete e, claro, muitas trilhas. Para sentir o friozinho na barriga, basta escolher qual quer explorar, tomar uma dose de coragem e se jogar nas aventuras do Parque Nacional da Serra dos Órgãos.

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Quem gosta de caminhar em meio à mata, encontra o próprio paraíso nas muitas trilhas. Na sede de Teresópolis, é preciso de muita disposição para percorrer os 11000 metros de extensão da Trilha Pedra do Sino, o ponto mais alto da Serra dos Órgãos. Durante o trajeto que, dependendo do ritmo, pode durar até 7 horas, a vegetação é diversa, vários mirantes ajudam a recuperar o fôlego, e cachoeiras, como a Véu da Noiva, embelezam o cenário e enchem o álbum da viagem de fotos.

Após cerca de 5 horas de trilha há um abrigo bem simples para pernoitar em camping ou quarto. O cume, a cerca de 20 minutos de caminhada do abrigo, é a recompensa. Aos 2.275 metros de altitude da pedra, e possível presenciar uma visão espetacular que abrange a Baixada Fluminense, a Baía de Guanabara e até as cidades de Niterói e do Rio de Janeiro. Uma experiência e tanto!

Trilhas no Parque da Serra dos Órgãos

Quem não tiver todo esse tempo e até mesmo disposição para encarar 12 quilômetros até a Pedra do Sino, na sede Teresópolis do Parque Nacional da Serra dos Órgãos, poderá optar por trilhas mais leves, como a Trilha da Primavera, com apenas 15 minutinhos, e a Mozart Catão que tem duração de 30 minutos e lindas vistas.

A Serra dos Órgãos de Petrópolis

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Inaugurada mais tarde, em 1999, a sede de Petrópolis é a porta de entrada para a mais famosa, porém também mais puxada trilha do Parque Nacional da Serra dos Órgãos. Há ainda 3 quilômetros de rio de águas cristalinas, trilhas leves, poços e a bela queda de 30 metros da Cachoeira Véu da Noiva. A grande atração, a Travessia Petrópolis x Teresópolis, oferece cenários impagáveis, mas requer um baita esforço para percorrer seus 30 quilômetros de extensão que atravessa vales, sobe e desce montanhas, durante três dias.

Circuito das Bromélias, no Parque da Serra dos Órgãos

Para uma experiência mais suave e, não menos linda, o Circuito das Bromélias é ideal. Em apenas 15 minutos de caminhada o visitante passa por 5 poços com piscinas naturais, pequenas quedas d’água e, claro, diversas espécies de bromélias. Outra opção mais tranquila é a trilha que leva à Cachoeira Véu da Noiva, com apenas 40 metros de extensão. No inverno, todos esses passeios são válidos para apreciação da natureza da Serra dos Órgãos, e desperta aquela vontade de voltar no verão e aproveitar bons banhos em todas essas águas cristalinas.

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